13.2.09

A verdade é que a malta às vezes queixa-se da vida que leva, mas devo dar graças pelo facto de trabalhar no que quero, ser pago por isso, e gostar do que faço. Não voltarei a praguejar sobre isto (pelo menos nos próximos 3 dias).

4 comentários:

quase Eu disse...

Ahhahha, por acaso eu tb tenho essa sorte. Trabalho na minha área (em dois empregos), gosto e não me chateio muito... ;P
Força aí, que hoje em dia são poucas as pessoas que têm essa sorte

Bruno disse...

Quase Tu, ambos temos então a sorte de sermos felizes. Piores estão aqueles que todos os dias acordam com a perspectiva de passar pelo menos sete horas a fazer algo de que não gostam. Fazendo as contas: passam 7 horas a dormir (que não aproveitam para mais nada), mais 2 horas no trânsito, mais 7 ou 8 horas a fazer um trabalho que não as preenche e no qual nada aprendem, ou seja, esta gente passa pelo menos 16 horas (2/3 de um dia), a ver a banda passar. 16 horas em que não podem aproveitar para... viver.
Por isso, não me vou queixar. Mesmo quando lá fora está um dia de verão e há prazos para cumprir e trabalhos para terminar.

Anónimo disse...

Olá Bruno,


Este post fez-me rir e lembrar-me que também faço o mesmo. A porra do stress por vezes deixa-nos com os nervos à flor da pele! Mas como tudo os bons e os maus momentos fazem parte da nossa vivência!
Quando estiveres nos maus momentos respira fundo e pensa que há quem nem sequer tem emprego para se irritar, mas apenas contas e mais contas a crescerem como cogumelos para pagar!

Um abraço

Bruno disse...

Anónimo, bem-vindo a este blogue.
Não costumo ter maus momentos em relação à vida profissional, e se algum dia tiver só tenho de dar cabeçadas na parede pela minha parvoíce em achar que as tenho, quando sou afinal um sortudo, devo estar para lá do percentil 90 em relação à satisfação com o que faço na vida (estatística do camandro).

Só lamento não ter tempo para fazer outras coisas das quais gosto igualmente. Faço aquilo de que gosto, mas existem tantas outras coisas para as quais gostaria de ter algum tempinho, e não tenho.