10.2.09

O problema do plágio na blogosfera - um caso concreto de marosca

(ACTUALIZADO EM 14 DE FEVEREIRO)

Há alguns blogues que frequento diariamente e que leio por aquilo que têm para me dar: assuntos sugestivos, matérias pertinentes, visões descontraídas e descomplexadas, originalidade e criatividade nas abordagens, simpatia dos interlocutores. Mas, para além das leituras diárias na blogosfera, dedico também muito do meu tempo à leitura de muita coisa que nada tem a ver com blogues ou com visões pessoais do mundo.

Valorizo bastante o tempo que as pessoas dedicam à escrita do que lhes vai na alma, o empenho que põem na construção do texto (nem toda a gente tem facilidade em escrever), e entristece-me quando aquilo que leio é mais do mesmo, ou quando a ideia vai colher inspiração a algo que já foi escrito sem procurar um ponto de vista novo.

Hoje deparei-me com uma daquelas situações chatas que gostaria de não ter detectado. Um dos blogues que leio diariamente escreveu qualquer coisa que eu já tinha lido num outro local. Só mudou o idioma. O autor limitou-se a traduzir um texto que encontrou sobre um determinado tema, e publicou-o como se fosse da sua lavra, sem qualquer referência à origem, fonte, ou autoria. Na prática, "roubou" um texto. Resolvi regressar à página onde tinha lido o texto (o original), confirmei as minhas suspeitas, e mais, verifiquei que afinal o "amigo do alheio" não se tinha apropriado de apenas um texto, mas de dois (que eu tenha detectado). E não vou perder mais tempo, porque quem rouba uma vez pode não roubar a segunda, mas quem rouba duas entra no domínio da recorrência e poderá tê-lo feito mais vezes.

Em Portugal o plágio é considerado crime e pode dar pena de prisão até três anos. Ainda mais num blogue cujo pseudo-autor deixa o aviso de que o conteúdo é propriedade desse (pseudo-)autor e no qual se adverte para a ilegalidade da usurpação de direitos de autor.

Mais me chateia é quando um menino faz cópia, mas copia mal. A tradução do texto tem erros de caracacá. Daqueles de deixar os cabelos em pé ao Vale e Azevedo.

Para saber mais, é só... clicar aqui e continuar a ler...

O texto parece interessante, educativo, elucidativo, fruto de uma mente iluminada. Mais não é do que fruto da chico-espertice de alguém que não quis dar-se ao trabalho de pesquisar e preferiu submeter-se ao brilho dos holofotes servindo-se do trabalho de outros como se do seu se tratasse.

O texto é longo, uma leitura diagonal sobre as duas versões (a cópia aparece a negrito) bastará para detectar a marosca. Seguimos a ordem da versão copiada para verificar as semelhanças (muitas) e as diferenças (escassas) entre as duas.


Culto: Scientology
Fundador: Ron L. Hubbard
Sede: Clear Water, Florida
Membros: 6 milhões
Textos sagrados: Dianetics

Founder: Ron L. Hubbard
Home Base: Clear Water, Florida
Number of members: 6 million
Sacred texts: Dianetics





L. Ron Hubbard, o fundador do culto, era um famoso escritor de ficção nos anos 30 e 40. Ele decidiu mudar, e começou a escrever textos religiosos pouco tempo depois de numa entrevista ter afirmado, "escrever por 1 penny é ridículo. Se um homem quer fazer um milhão de dólares, deverá começar a sua própria igreja". No ano seguinte, ele publicou o seu primeiro livro religioso, chamado "Dianetics: A ciência da saúde mental", mais escritos se seguiram e pouco tempo depois deu-se inicio ao culto.

L. Ron Hubbard was a prominent fiction writer during the 1930's and 40's. He decided to make a shift to religious writings after realizing a greater profit could be had. Hubbard stated, "Writing for a penny is ridiculous. If a man really wanted to make a million dollars, the best way would be to start his own religion." The very next year he published his first work. It was called Dianetics: The Science of Mental Health. More writings would follow and soon the origins of the cult emerged.



O fundador desta igreja, foi casado 3 vezes, os seus dois primeiros casamentos acabaram em desastre com a sua segunda esposa, Sarah Northup a acusá-lo de violência doméstica onde incluía espancamentos, estrangulamento, isolamento sem comida nem água e insinuações para que ela cometesse suicídio.


he was a man who was married three times. The major problem with this is that his first two marriages were absolutely disastrous. His second wife, Sara Northup Hubbard, rattled off a list of complaints in the divorce hearings. Some of them were beatings, strangulation, sleep depravation, kidnapping and repeated counseling to commit suicide.



Antes de criar a sua igreja ele era membro da igreja satânica de Jack Parsey, considerada um culto criminoso. Hoje, os seus seguidores defendem-no, dizendo que era um agente infiltrado que trabalha para o governo.


He was involved with a certain Jack Parsley, the leader of a Pasadena satanic group. Members of Scientology defend this by saying that Hubbard was covert-op, and was trying to infiltrate the occult group for the United States government.



Este homem dizia ser um físico nuclear. Dizia que foi mortalmente ferido na segunda guerra mundial e que ressuscitou, não uma mas duas vezes, o que o torna divino. Na verdade ele foi expulso da universidade por chumbos no segundo ano. Ele apresentava um diploma da universidade de Sequóia que a própria universidade diz ser falso. Não existem documentos nenhuns sobre ele alguma vez ter sido ferido durante a segunda guerra mundial.

He claimed he was a highly educated nuclear physicist and that he was mortally wounded during WWII and was raised from the dead not once but twice. This would of course give credit to his divine existence. The trouble with all this is that not only did he flunk out of college after 2 years but his diploma from Sequoia University was a complete fake. Also, there are no records from WWII that give evidence Hubbard was wounded at all,



Hubbard morreu em sua casa como recluso de si mesmo. A igreja recusa-se a aceitar que ele morreu, afirmando que ele abandonou a sua vida terrena, para continuar os seus estudos.

Hubbard died an isolated old man in Creation Calif. in 1986. His members refused to believe that he died from a stroke and stated that he cast off his earthy body to further his research.



A mente. Toda a base da crença religiosa se baseia na mente. O objectivo é de se tornarem uma "clear person" e finalmente num "homo novus". O que é que isto significa?

The mind plays a massive role in the belief system of your everyday scientologist. There ultimate goal is become a 'clear' person. What does that mean?



Bem, a mente é dividida em 3 categorias, Analítica, Reactiva e Somática.

In short the mind is divided into 3 categories: Analytical, reactive and somatic.



A Analítica trabalha sempre na perfeição, não falha, não comete erros. A Reactiva, guarda imagens e memórias das nossas experiências (enagramas). A Somática mantém as funções do corpo.

The analytical mind works perfectly all the time. It never falters or makes a mistake. The reactive mind holds images and memories of our experiences (called engrams).The somatic mind is what keeps the automatic functions of the body working.



O problema é que os enagramas, influenciam o perfeito funcionamento da parte analítica, isto causa depressões, traumas, etc e até doenças mentais. Para se ser uma "Clear person", os enagramas terão de ser eliminados. Isto é feito com uma terapia intensa feita pela igreja e paga pelo crente a peso de ouro, a terapia chama-se "audição". No fundo é como que uma entrevista onde o crente irá usar uma máquina estranha da igreja chamada Galvanomer electrónico e vai falar das suas experiências passadas, que são todas gravadas pela igreja. Este processo poderá demorar anos de tratamentos e podemos chamar-lhe em termos correntes "lavagem cerebral".

The problem is that engrams will disrupt the perfect working analytical mind. Our past experiences and memories actually afflict our otherwise perfect mind. This causes all kinds of mental sickness. For someone to become a clear person, they have identify and eliminate their engrams. Thus, making their analytical mind work without faltering. To eliminate their engrams, the person must undergo intensive therapy using the electronic galvanometer (or E-meter). This device consists of 2 tin cans connected by wires to the meter itself. A therapist will monitor the meter to find any possible engrams. Once an engram has been located, a series of questions and probing will eliminate the mind affecting nuisance. A single person may have hundreds of engrams and will require many years of therapy. Once completed the clear person will have achieved the status as 'homo novus' which is the highest level in their belief systems.



A primeira pessoa a ser uma "Clear person", foi uma estudante de física chamada Sónia Bianca, que após o seu tratamento foi apresentada ao mundo pela igreja como tendo atingido um estado superior de conhecimento, pois todos os seus enagramas foram apagados com sucesso. Ela foi declarada como sendo uma "homo novus". Esta apresentação publica foi um fracasso, pois após algumas perguntas verificou-se que ela não reconhecia as formulas físicas mais básicas e nem mesmo a cor da gravata do homem a seu lado. Ela na verdade estava numa espécie de estado catatónico, onde não tinha experiências passadas e só via a sua crença na igreja. Como se tivesse nascido adulta.

This would seem as good a time as any to comment on the famous blunder of Miss Sonya Bianca; the very first 'clear' person. Hubbard rented out the shrine auditorium for an audience of 4,000 people. The stadium packed out as critics and devout members wanted to see Miss Bianca in action. See was a physics student from Boston who now had absolute perfect recollection and supreme knowledge. All of her engrams were done away with leaving no hindrance to her mind. A few questions into the interview and laughs could be heard throughout the auditorium. When questioned, she didn't know the color of L. Ron Hubbard's neck tie, or recollect some extremely basic physics formulas and failed to answer a variety of basic questions. Severe damage was done the credibility of Scientology and Hubbard that evening. The next day's newspaper's headlines decimated the whole debacle.



Hubbard, define o espírito do Homem pelo nome de 'Thetan'. Um organismo vivo com 80 triliões de anos que vive no nosso cérebro. Ele afirma que os "Thetan" são seres espaciais que entram no cérebro do ser humano quando ele nasce.

Hubbard relates to the spirit of man as a 'thetan.' It is a living organism approximately 80 trillion years old and dwells in our brains. They enter the skull right before the baby is born. It is also noted, says Hubbard, that the Thetans will actually fight over a host body.



Não podemos esquecer que Hubbard era um fantástico escritor de ficção cientifica.

In case you haven't noticed already, but that Hubbard guy was one brilliant science fiction writer.



Como se pode verificar até parece limpinho, até parece um rapazito com as ideias no lugar, muito embora algumas falhas detectadas na composição escrita, e alguns erros na tradução. Mas desfeito o mistério reparamos que se tratava apenas da tradução de um texto alheio, de um plágio.

Mais palavras para quê?

Aqui pode ser encontrada a versão original do texto, a partir do qual a cópia foi feita.

Aqui pode ser encontrado o texto copiado:, já com algumas alterações e com uma série de "fontes" acrescentadas à pressa para disfarçar a marosca e lançar areia para os olhos dos mais incautos.

Se pretenderem espreitar o outro exemplo, aqui fica a cópia, e este o original. É que até para copiar é preciso ser esperto.

Por mim, está tudo dito, a este indivíduo não compraria sequer um carro em segunda-mão.

59 comentários:

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno disse...

Olá, Bruno Fehr, obrigado pelos teus comentários.

Ponto 1: Temos dois textos iguais, um é cópia do outro, o original está em inglês, a cópia está traduzida para português. Como bem se pode constatar olhando para os dois textos. E não vale a pena dizeres que o teu foi escrito a partir do zero. Nem o Emplastro acreditaria nisso.

Ponto 2: Podes dar as voltas que quiseres com os textos conhecidos. Por muitas voltas que dês e por muito que tentes explicar o inexplicável, as palavras falam por elas. (ah, e podes acusar-me do que quiseres, estás à vontade para o fazer.)

Ponto 3: Se calhar são coincidências que a minha imaginação desconhece.

Não pretendo atrair leitores, nem atacar ninguém. Parece-me uma forma relativamente desinteressante de pôr as coisas, sobretudo vindo de alguém que o faz (atrair leitores) à custa do esforço dos outros. Apenas me limitei a denunciar uma situação de plágio que é incorrecta, injusta, e grave. E se queres que te diga acho que situações destas não deveriam passar como se nada tivesse acontecido.

E mais grave é alguém plagiar o trabalho de alguém e não ter a elevação de o reconhecer ou simplesmente de não tentar lançar areia para os olhos dos outros. É mau e reflecte o carácter de cada um.

Bruno disse...

Olá, Bruno Fehr, e obrigado também por este comentário.

O que escrevo não é feito para despertar interesse ou atenção a outra pessoa que não eu próprio. Só me lê quem quer. E quem não quer não lê, não fico aborrecido e não deixarei de escrever, se tiver vontade disso, tal como não garanto que continue a escrever mesmo que haja quem deseje que eu devo fazê-lo. E muito menos desejaria despertar o interesse da arrogância e da petulância com que te mostras.

A única coisa que fiz foi apontar algumas falhas que considerei importante apontar, comentar quando achava que devia intervir, e finalmente denunciar esta situação. Porque, como eu, haverá mais gente que lê e que não é estúpida.

Pior do que não te respeitares enquanto autor, é julgares que quem te lê é parvo e engole qualquer patranha.

O que digo não é para procurar rebaixar ninguém, é só para que todos possam fazer melhor. Mas quando se reitera na asneira, acho que a vontade das pessoas não é fazer melhor, é prosseguir na mediocridade.

afectado disse...

o assunto do plágio chama sempre muito a minha atenção. até porque eu tenho sempre o cuidado de indicar as fontes ou colocar um link para os originais. é uma questão de respeito pela pessoa que criou, pelas pessoas que me lêem e também por mim.

a blogosfera nisso é um antro de podridão. o que não faltam é plágios descarados. mesmo que que tenho um blog modesto já fui vitima de plágio num certo post que escrevi.

quanto a estes dois textos que indicaste, só dei uma vista de olhos ao das testemunhas de jeová porque já o tinha lido no do bruno fehr. de facto há ali algumas tiradas semelhantes. o texto não é 100% copiado, tem algumas diferenças, verdade seja dita. terá sido plágio? não sei. por vezes acontece de uma pessoa escrever um texto e inconscientemente virem-lhe à ideia algumas coisas que leu há uns tempos atrás. mas a tua dúvida parece-me compreensível.

no caso do outro texto, ainda não tinha lido o post do bruno fehr e também não o vou fazer agora. amanhã com mais calma leio isso e darei a minha opinião se achar que tenho algo a acrescentar a este imbróglio que acaba de ser criado.


entretanto, visto já terem um historial de discussões anteriores, resolvam isto como homens... "bora" para um bar beber cerveja até sermos todos amigos :)

afectado disse...

onde ser lê:
a blogosfera nisso é um antro de podridão. o que não faltam é plágios descarados. mesmo que que tenho um blog modesto já fui vitima de plágio num certo post que escrevi.

deve-se ler:
a blogosfera nisso é um antro de podridão. o que não faltam é plágios descarados. mesmo eu que tenho um blog modesto já fui vitima de plágio num certo post que escrevi.

afectado disse...

não é "onde ser lê" mas sim "onde se lê".

foda-se, tenha as gralhas que tiver, não corrijo mais nada hoje. escrever a esta hora é complicado. até amanhã aos dois!

Bruno disse...

Olá, Afectado, bom dia!

O texto sobre as Testemunhas de Jeová foi apenas um complemento, para mim basta-me este que é transcrito no post.

As duas versões, uma tradução da outra: não se chama inspiração, chama-se mesmo PLÁGIO, e não há volta a dar.

Quanto às "discussões" anteriores. Não houve, pelo menos da minha parte. Apenas algumas correcções que fiz, uns pontos de vista que exprimi, e algum equívoco por causa de um comentário anónimo que me foi erradamente atribuído. Mas nada de mais.

Tem piada, que já em mais duas situações lidei com casos de plágio (fora da internet e em contextos bem mais graves mas igualmente flagrantes, não era eu o atingido) e os dois infractores tentaram sempre lançar areia para os olhos. Plágios descarados são injustificáveis e não é possível arranjar desculpas. São clarinhos como água.

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno disse...

Olá, Bruno Fehr, agradeço o teu comentário.
As minhas acusações não precisam de fazer sentido. O sentido está no teu plágio e na tentativa de negares a evidência.
É só olhar para os dois textos e ver o "roubo" que fizeste, não é preciso mais nada.

alfabeta disse...

Nota-se que o texto é copiado.
:)

Moi disse...

Justifica-se, assim, o sub-título deste blog...
É só love...

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A Grafonola disse...

A difamação é um crime muito grave. A dor de cotovelo, também. E a falta de inteligência, essa, nem se comenta.

Bruno disse...

Olá, A Grafonola,
dou-te inteira razão...

Bruno disse...

Olá, Bruno Fehr,

podes dar a volta que quiseres...

Apresentar os emailes que pretenderes. Tentar desviar as atenções do modo que achares mais conveniente.

Tu não pegaste em biografia nenhuma, nem fonte nenhuma, o que fizeste, e está evidente para quem quiser ver, foi pegar no texto que alguém escreveu e fazer uma tradução, eliminando alguns parágrafos e apresentando o texto como teu. Podes vir dizer o que quiseres, não adianta continuar a viver na mentira, a não ser que queiras acreditar nisso.

O que fizeste tem um nome: plágio.

Bruno disse...

Moi (Toi!),
obrigado pelo comentário.
Podes acreditar que é de Amor que se trata.
Amor à arte, Amor à justiça e à transparência.

Bruno disse...

Alfa(Beta),
tão grave como copiar, é não assumir o erro que se cometeu e insistir na trapaça como se os outros fossem estúpidos.
Mais não fiz do que apontar algo que não me parecia correcto.
A cópia é evidente, e as justificações são desculpas de mau pagador, as duas versões do mesmo texto falam por si.

Bruno Fehr disse...

O esclarecimento está no meu blogue.

Está lá preto no branco LITERALMENTE a autorização do Aaron.

Nunca penses que eu não me consigo defender do que quer que seja. Ao contrário de ti, eu tenho sempre argumentos que não apresento, neste caso o contacto directo com o Aaron!

E visto que tens a mania que sabes, eu esclareço-te. Eu estou sujeito à lei Alema por residir na Alemanha, onde o plágio são 5 anos de prisão. No caso de plágio estaria sujeito à lei Americana que é o servidor onde os meus textos estão alojados e NUNCA; NUNCA à lei Portuguesa.

Um texto poderá ser traduzido e publicado com consentimento. Os direitos de autor sobre o original são de quem o escreveu, ou seja um colaborador do directório Xenu, que o Aaron é também membro. MAS eu tenho direitos de autor sobre a minha versão em Português, direitos de autor sobre tradução e sobre a minha opinião pessoal.

Os direitos de autor sobre traduções também são defendidos legalmente. Pelos vistos percebes tanto de direitos de autor, como eu percebo do cultivo de seres com tu... Nabos!

Podes continuar as tuas acusações, eu apresentei provas das tuas mentiras e posso até apresentar dados mais detalhados se necessário for. Mas uma coisa é certa, de mim não recebes publicidade.

Considera este recorde de comentários no teu blogue, como uma dádiva minha à tua idiotice!

Bruno disse...

É como queiras, Mr. "Eu Percebo de Tudo, Mas Não Percebo de Nada".

Podes dar as cambalhotas que entenderes. Ambos sabemos o que fizeste. Apresentar um texto como se fosse da tua autoria, que era apenas uma tradução sem qualquer referência ao original e feita sem qualquer autorização do autor do texto.

Faz o que quiseres, mas por favor não continues a enganar as pessoas. Reflecte sobre isso, se te apetecer.

I.D.Pena disse...

Bruno, olá :)
Primeira vez neste blog :)

E acho que é uma boa merda.

Foi através de 1 comentário que achei que devia conhecer o teu blogue, cumentário esse, que mais parecia uma bosta ... Mas que depois deu para perceber quem eras, o comentário foi este "
Bruno disse...
A Cicciolina está por estes dias em Gondomar.

12 de Fevereiro de 2009 1:31

http://aorgiadepalavras.blogspot.com/

Quanto à tua escrita, chegou-me este post curto(o de ontem) para perceber que não nasceste com talento, temos pena.

Dedica-te a outras coisas, como por exemplo podias pensar numa carreira de funcionário público a sabotar outros funcionários publicos de forma a só favorecer aqueles que te lambem o cu ou te pagam para n levarem com as tuas merdas, ou então crochet, enfim :)

Pessoas como tu nem merecem pena .

Só merecem esquecimento, e por isso este meu comentário não só é o primeiro como também é o ultimo.

Ah e trata-te...

A pessoa que difamaste já se rectificou e explicou o porquê, não há necessidade nenhuma de usares esse minipoder que pensaste ter para ganhar atenção...

TAZ disse...

venho a este blog, não encontrei nada de interesse na primeira página.

Mas já percebi que V.Exa. é daquelas pessoas que se diverte a difamar terceiros, por pura estupidez. Ou isso é falta de companhia.

Compre um boneca insuflável e alivie esse stress.

Bruno disse...

Olá, I.D.Pena!
Obrigado pelo comentário! E pela visita, que poderás repetir sempre que entendas.
Quanto às opiniões que expressas, nem vou rebatê-las. O tom em que são escritas não merece que perca tempo com elas. Mas como é fácil de imaginar não estou de acordo com elas.

Deixa-me no entanto esclarecer uma coisa: não difamei ninguém, a acusação que faço está devidamente fundamentada.

São dois textos, um dos quais é uma tradução de grande parte do outro, sendo que essa tradução foi apresentada como tendo sido escrito e investigada originalmente por alguém, quando na verdade não foi.

Se alguém amplificou a situação, foi o visado na minha acusação. Apenas me limitei a corrigir alguns erros de ordem formal. Essas correcções não foram aceites e foi-me pedido que discutisse o conteúdo. E eu respondi que teria todo o prazer em discutir o conteúdo com quem realmente escreveu o texto e não com o tradutor para português. O visado pediu-me para que provasse que ele não era o autor. Foi o que me limitei a fazer. O resto do alarido foi desencadeado por quem fez o plágio.

Quanto ao que se seguiu foram apenas manobras de diversão e formas de tentar encapotar uma situação que não é justificável. Como já referi, as duas versões do texto falam por si. Uma é cópia da outra.

Bruno disse...

Taz, bom dia, remeto-o para a minha resposta anterior. Não se trata de difamar ninguém, mas de apontar uma situação incorrecta, com a qual não concordo, e que não deve merecer (o meu) silêncio.

Não existe stress algum, nem falta de companhia, Taz. Mas obrigado pela sua. Ou obrigado pelo privilégio que me permite em dar-lhe um pouco da minha.

Bruno Fehr disse...

O teu blogue é um plágio deste:

http://www.portudoepornada.blogspot.com/

O blogue "Por tudo e por nada" já existe, chamares ao teu "Por tudo e pornada", não invalida o plágio que estás a fazer. Tudo tem direitos de autor, assim que é criado. Tu violaste esses direitos e cantas de galo, como se soubesses do que falas.

Pornada, não é palavra.

Fica com esta, pensa nisto, muda o nome do teu blogue e ganha juízo.

Assim me retiro do teu espaço!

Anónimo disse...

Epá! Os animos estão a escaldar!

Segundo a Lei dos direitos de autor "Código do direito de autor e dos direitos conexos", todos deveriam saber e cor e salteado, como se costuma dizer.
Há casos e casos de maior ou menor plágio! Eu, pessoalmente, conheço vários, desde de jornalistas até professores catedráticos.
Porém, conheço uma jornalista que não tem um pingo de vergonha na merda daquela cara de puta fina, ou seja, no seu blog usa textos publicados na imprensa para florear o nojo do seu blog que mais parece um antro de frustração.
O mal, deste tipo de gentalha, é que acham que os outros não lêem a imprensa e logo podem fazer corte e costura, porque não se nota! Mas há sempre alguém atento a estas merdas!!
Mas tenho pena e nojo social quando se servem do fruto alheio porque já não tem ideias ferteis!
A isto é o que costumo chamar, nos meus escritos, de: NOJO SOCIAL!

Bruno, não deixes de escrever, continua! E lembra-te, deve-se defender as causas que achamos que não correspondem a veracidade intelectual!

Um abraço

Bruno Fehr disse...

Anónimo, esqueceste-te de fazer login. o sitemer chiba-te todo, é melhor retirares o link, ou impedires o acesso ao sitemeter... o gajo fala demais :S

Mas isto parece ser uma conversa com os teu botões, educadamente te deixo sozinho para conversares.

ipsis verbis disse...

Há-de sempre haver pessoas que só querem ver um dos lados. Mas daí a partir para a ofensa... enfim. Continua rapaz.

(já te leio antes do imbróglio "plágio", mas este é o meu primeiro comentário)

Bruno disse...

Ipsis, obrigado pela leitura e pelo comentário.

Bruno disse...

Bruno Fehr, fala com o proprietário desse blogue. Se quiseres arranjo-te o contacto.

Bruno disse...

Anónimo,
não sei se é nojo ou não, se social ou outra coisa. Quando os cães farejam a própria poia, não sei se sentem repulsa ou se lhes é indiferente.
Não tenho motivos para parar de escrever. Confesso que ainda me ri com alguma da prosa que anda por aí à solta, e com as contradições na tentativa de mascarar a trapaça. Imaginei uma barata a tentar fugir de um spray de Raid. De repente, lembrei-me do Sócrates e das desculpas esfarrapadas para tentar provar a validade da 'licenciatura' que tirou na Universidade Independente.

O Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos parece-me que é letra morta nesta terra. Como outras leis, é muito bonita no papel, mas depois quando toca a actuar não resolve grande coisa. Mas mais do que a questão legal, prefiro centrar-me nas questões do carácter. Coisa que uns têm, e outros tentam parecer que têm.

Como diria um velho mestre que conheci: "uns tomaram chá quando eram pequeninos, outros nem por isso. E em crescido, já nem licungo põe ninguém na ordem".

Tenho mais com que me preocupar em relação a este assunto. Apenas me limitei a apontar o dedo a um plágio. Eu sei que foi... e o autor do plágio também sabe que foi. Tudo o resto são minudências.

afectado disse...

Cuidado, ao falares no sr. sócrates estás a chamar os poderes ocultos a esta discussão e com esses não sei se podes :)

Bruno disse...

Olá, Afectado!
Eu estava a falar do Sócrates, o filósofo, nada de confusões... Para que conste...

afectado disse...

Ah, não sabia que esse também tinha andado na Independente :)

Bruno disse...

Não sei se andou, mas também devia ter quem lhe escrevesse os discursos. Consta que ele era bom no Grego Antigo, mas não era grande coisa em Latim Técnico...

afectado disse...

Eu com os discursos do Obama também era presidente da América.

Quer dizer, se calhar tinha que passar um bocado de café na cara.

Bruno disse...

Com algum treino de teleponto, talvez.

Acho que o Obama tem boas prosas. Mas outros também tiveram, e há gente a produzir discursos tão eficientes como aqueles. O Obama tem uma grande qualidade nesse campo: consegue entregar essas prosas como ninguém.

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno disse...

Bruno Fehr. Boa noite. Parece-me que és tu que queres conversa... Não vi autorização nenhuma para copiar um texto, nem sequer me parece que abone em teu favor ir a correr falar com o autor por causa de uma denúncia, depois de já teres publicado o texto como se fosse teu. Foste desmascarado. E é simples compreender porquê. Porque és preguiçoso, porque não te queres dar ao trabalho de pensar e trabalhar. Porque escrever dá trabalho. E trabalho não rima com Fehr. Também não me parece que as cambalhotas que deste para tentar parecer que não plagiaste abonem em teu favor. São justificações sem sustentação, cheias de contradições; uma mentira não se transforma em verdade só por pintares um cenário que julgas te dá cobertura.

Meu Caro Bruno Fehr, a minha observação ficou feita, e é isso que me interessa debater. Não tenho de te dizer mais nada. O que disse está demonstrado, e as tuas justificações só convencem quem quiser acreditar nelas. Pediste-me provas, mostrei-te as provas. Eu sei o que tu fizeste, e tu sabes o que tu fizeste. Tudo o resto, é areia.

(Quanto ao que eu comento ou deixo de comentar com outras pessoas, não me parece que te diga respeito.)

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno disse...

Bruno Fehr,
dás as voltas que quiseres.
Os teus comentários denunciam o teu carácter. Falta de credibilidade não se resolve copiando textos.

Quanto ao resto não acusei mais ninguém de plágio, apenas a ti.

Anónimo disse...

Chamo a atenção para o blogue Orgia de palavras, num post da autora que usa o nick Pax. Exista de facto a insinuação de plágio por parte do Sr. Bruno.


Ass: Fehr

Bruno disse...

Olá, Sr. Fehr, deixe-me esclarecê-lo. Não existe nenhuma insinuação de plágio. Até porque é impossível copiar-se alguma coisa a partir do vazio. Digo-lhe que se tratava de um post em branco, se não reparou.
(A única acusação de plágio, e comprovada, é aquela que neste post se descreve.)
Tratou-se de um pouco de pilhéria, de um acto de facécia da minha parte (como outros houve, de parte a parte), que uma pessoa com a inteligência da Pax (e não apenas ela) compreendeu.

Espero que tenha ficado esclarecido, embora me pareça que esta é uma conversa para a qual não foi solicitada a sua presença, e muito menos o seu parecer.

Anónimo disse...

Ainda bem que existem pessoas para denunciar esses plagiadores de merda.
Ainda tem a grande lata de reinvindicar direitos de autor, palhaço!
O plágio dos Jeovás está mais que evidente, ainda se acha com razão o imbecil.
Dá para imaginar quantos textos mais terão sido plagiados.
É sabido a quantidade de heterónimos que este deficiente mental tem pela blogosfera, agora plágio é a cereja no topo do bolo. Lamentável é ver gentinha burra (de baixo nível diga-se) ser levada pela lábia ridícula desse crápula. Enfim, cada qual tem aquilo que merece.

Todo ele é uma anedota pegada. Enfim mais um frustradito a procura de atenção. Vida miserável que ele mostra ter.
Afinal, limpar o cu dos alemães não deve ser fácil.

Beijinhos

Mad disse...

Finalmente, arranjei tempo para vir aqui.

Deixa-me começar por te dar os parabéns pela elegância que mantiveste nas respostas aos ataques sucessivos do peixeiro (aliás, peixeiro é eufemismo neste caso: coitados dos peixeiros). E depois dou-tos pela coerência e pela inteligência que demonstras, mas isso já tu sabes.

Dei-me ao trabalho de ler os tais 4 textos: é óbvio, até para o Ray Charles, que é plágio. Só a carneirada fehriana é que não vê, mas enfim. E a pressa com que ele foi a correr pedir autorização para publicar o post, depois de o ter publicado? Indiciador, a meu ver.

Eu não me devia ter metido, exactamente porque depois não me aguento à bronca com as ordinarices. Mas não resisto...

Sabes quem é que ele considerou ter-lhe feito o único comentário estimulante? A "P", a namorada do Arrumadinho, aka Pipoca, não me lembro se no primeiro ou no segundo post. Não parece castigo divino? Só isso fez-me ganhar o dia.

Continua, gosto de gente que toma atitudes e que mantém o nível.

Beijos.

Bruno disse...

Mad,
boa noite, obrigado pela visita.
Claro que um plágio destes até o Ray Charles e o Stevie Wonder viam e sem precisarem de lhe pôr a vista em cima.

As ordinarices e os insultos gratuitos pertencem a quem os pratica e são reveladores do carácter de cada um. E da falta de ter o que dizer. Dar-lhes importância seria uma perda de tempo da minha parte.

Toda esta personagem é um poço de contradições, mas por muitas em que incorra não consegue dar a volta ao assunto. Neste caso, fez marosca. Quis mostrar-se possuidor de um saber que não era o dele. Roubou e apresentou como seu. E haja insultos, desculpas esfarrapadas, histórias, poeiras e nevoeiros, o plágio é indesmentível.

Ruben disse...

Passei por aqui, vi todo o aparato sobre plágio e decidi seguir os links. Após ler concluo que o Bruno ao publicar aqui o texto em vez de se limitar aos links, está a plagiar também. Links sim, cópias de outros blogs não é correcto seja por que motivo for.

Plágios à parte e por conhecer bem a página Turn or Burn, entrei em contacto com o seu autor, assim poderei confirmar se esse outro Bruno mente ao dizer que tem permissão, ou se é o Bruno deste blogue que decidiu difamar alguém.

Peço desculpa, mas sou curioso. Principalmente por este assunto poder lesar um autor imaginativo como o Aaron, ou manchar a imagem de um outro autor.

Prometo voltar.

Anónimo disse...

Ruben aka Bruno Fehr.
Nem disfarçar sabe! lol

Rubs disse...

O Sr. Anónimo está errado, tão errado como o autor deste blogue ao escrever esta barbaridade, bastou contactar o autor do texto em Inglês para saber que foi dada uma autorização.
Acho incrível o que algumas pessoas escrevem sobre outras na Net. Sendo mentira isto leva-me a questionar sobre os motivos ocultos de um texto deste teor.

Continuo a dizer que este texto plagia dois blogues, sendo claro que o autor deste blogue pretende promover-se com o trabalho de terceiros.

Rubs disse...

Rubs = Ruben, mas bastaria clicar no link para o perceber.

Anónimo disse...

Rubs aka Bruno Fehr.
Cada vez enterra-se mais! LOL

Bruno Fehr disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno disse...

Então mas afinal é Bruno Fehr, (es)Feéhrico, Ruben ou Rubs? Em que ficamos?

O Ruben escreve a defender o Bruno (es)Feéhrico. Ou seja, o Bruno (es)Feérico escreve em defesa de si próprio. Mas repara depois que não escreveu incorporado na sua personalidade de Ruben, mas na vertente (es)Feéhrica. E apaga o comentário, porque não ficaria bem aparece um Ruben surpreendentemente a assinar como Bruno (es)Feéhrico. Em que ficamos?

Toma um Tocafé que isso passa...

Bruno Fehr disse...

Todos os comentários de Bruno Fehr foram apagados deste blogue, por o seu autor ser uma pessoa mesquinha solitária e que não merece qualquer tipo de justificação nem sequer respeito.

Devias usar o tempo que despendes online em busca de vida própria e deixares de viver em função das pessoas que invejas e que odeias na blogosfera.

É óbvio que aqui o único plágio é o facto de teres copiado o texto do Aaron e teres copiado o meu texto, que apesar de ser uma tradução é uma tradução autorizada, logo não é plágio e detenho direitos sobre a tradução. Por outro lado o teu Grande Primo é um violação de direitos de autor do programa Big Brother, logo a única pessoa sem integridade és mesmo tu como autor deste blogue.

Espero que cures a tua psicose, pois não é saudável e quanto ao que escreves, o lixo é o melhor destino, pois é tudo tão fraco, tão mau, tão pouco imaginativo que ninguém merece ler tais barbaridades.

Bruno disse...

Parece-me que existe aqui um equívoco: em primeiro lugar porque se diz que todos os comentários de Bruno Fehr foram apagados, e a coisa mais recente que vejo nesta lista de comentários é da autoria de Bruno Fehr.

Depois, Bruno Fehr refere-se a si mesmo na terceira pessoa do singular, o que é preocupante, porque Bruno das Feiras não é nem André do Grande Primo, e muito menos o Mário Jardel.

Depois, porque há outros comentários de Bruno das Feiras que não foram apagados, talvez por pertencerem a alter-egos feirenses que não estavam incluídos nesse rol de apaganços.

Por fim, quanto às referências que me são dirigidas, é matéria sobre a qual cada um terá a sua opinião e sobre a qual poderá tomar a atitude que entender. Ninguém é obrigado a ler nada que não lhe agrade, embora Bruno das Feiras seja leitor assíduo deste espaço e até comente e reaja ao que por cá se mostra. Talvez por masoquismo, então.

Por fim, por muito que Bruno das Feiras apague, por muito que tente esfregar a ver se sai, é evidente um não poderá apagar as provas de um dos vários plágios que fez e que pode ser testemunhado por todos.

Bruno Fehr disse...

Bruno, queres ir de férias comigo?
Eu pago-te as férias e discutimos toda a fixacao que tens por mim, que tal?

Eu sei que estou a soar tao gay como tu és, mas se é isto que tenho fazer para te perceber... entao bora lá. Levamos a Afrodite, pois ainda nao percebi se me queres mais a mim ou a ela...

Sublinho que EU pago tudo, pois sei que a vida de taxista que levas nao dá para mais do que ir a Espanha.

Eurico Moura disse...

E que tal iniciar um blog com este título. Que lhe parece?

Anónimo disse...

O plágio está na moda. Não é só esse Bruno Fehr. Hoje o Público fala nisso, parece que os alunos preferem copiar da net em vez de fazer os trabalhos pela cabeça deles. Dá menos trabalho, mas é uma grande parvoíce

http://www.publico.pt/Tecnologia/internet-alunos-plagiam-cada-vez-mais-para-trabalhos-escolares_1421717

Anónimo disse...

Tu és aquilo a que se chama um idiota do caralho, tantas pessoas em Africa que queriam ter a oportunidade de viver e no entanto a um aborto como tu é lhe permitido o direito à vida. O Bruno Fehr explicou esse texto, não é plagio nenhum. Ao contrário de ti ele faz algo de util para a sociedade. Agora tu e a tua voz de fumador sem traqueia que vão chupar a pila da maçonaria que é o teu unico talento